domingo, 20 de fevereiro de 2011
It's Not Easy Being Green
No és fácil. Quebrar corazón. Voar com a alma lavada. Acreditar. Ofender. Puro rock. Sentir falta daquilo que não sei o que é. Ser verde. Aceitar. Eu desejo. Tocar. Inerte. Quem é você? Conhecer.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Dói por se ver... e se sente!
Ela contava os minutos. Bem por mal dizer a vida dela passou a ser uma coadjuvante dos seus próprios dias. Suas vinte e quatro horas não eram mais suas, já pertenciam ao ser que ela elegeu como seu Sol.
Era absolutismo em pleno século XXI, mas seu monarca absoluto, não estava interessado em seu trono. Desdenhou a coroa. A manteve, apenas como sua colônia rica, frutífera e próspera!
AH, como é estranho acordar e viver uma vida que não te pertence, que não lhe foi concedida. É assistir novela sem televisão. Você está, mas não está.
Estranho essa existência em segundo plano. Um dia é sorrir e no outro é chorar, à todo momento se perguntar, o que há de errado em você. Por quê?
As lágrimas que caiam do seu rosto eram de um vermelho bordô. Sangue? Não! Apenas o vinho de ontem que ela tomou pra estancar a dor. A dor do não saber, a dor do ver que a sua importância era a mesma do que uma leviana qualquer.
Ela chorou as gotas que inundaram o sertão naquele verão. Chorou em todas as estações pra dizer a verdade. Mas foi no verão que ela chorou pro seu Sol, pro seu amado Sol.
Breve gritou, como tola, todos os dias lutou para gritar. Era grito abafado, peito apertado. A angustia vestia aquela nudez da falta de amor.
Rezou pra esquecer. Seu desespero era tão grande que quis apagar tudo o que sofreu e tudo que chorou, perdeu, se submeteu... Mas não esqueceu, virou cicatriz. Tempestade no seu céu. Seu manto azulado que não era mais azul, e sim carregado de incertezas. Nublado e sombrio!
Ela acordou, viu que não era sonho mas pesadelo. Que não havia bem querer... Não quis mais ser pisada e amarrada, privada da sua vida e expectadora das tiranias do seu monarca.
ACORDOU! SALTOU!
Berrou aos céus como uma pagã; Afirmou que acordaria, que a dor passaria. Que a SUA vida não seria mais coadjuvante da vida de NINGUÉM.
Percebeu, a ex- tola, que nada no mundo deve ser avaliado com mais importância do que a sua própria existência. Existir foi o que nos foi concedido e é desperdício gastar as suas emoções em falsas intenções, em falsos amores.
Não bateu mais palmas pro show do tirano. Bebeu seu último gole de vinho, que não seria mais a lágrima, mas sim a coragem do amanhã. Decidiu viver e assim o fez sem mais dor, sem mais o que a prender.
Era absolutismo em pleno século XXI, mas seu monarca absoluto, não estava interessado em seu trono. Desdenhou a coroa. A manteve, apenas como sua colônia rica, frutífera e próspera!
AH, como é estranho acordar e viver uma vida que não te pertence, que não lhe foi concedida. É assistir novela sem televisão. Você está, mas não está.
Estranho essa existência em segundo plano. Um dia é sorrir e no outro é chorar, à todo momento se perguntar, o que há de errado em você. Por quê?
As lágrimas que caiam do seu rosto eram de um vermelho bordô. Sangue? Não! Apenas o vinho de ontem que ela tomou pra estancar a dor. A dor do não saber, a dor do ver que a sua importância era a mesma do que uma leviana qualquer.
Ela chorou as gotas que inundaram o sertão naquele verão. Chorou em todas as estações pra dizer a verdade. Mas foi no verão que ela chorou pro seu Sol, pro seu amado Sol.
Breve gritou, como tola, todos os dias lutou para gritar. Era grito abafado, peito apertado. A angustia vestia aquela nudez da falta de amor.
Rezou pra esquecer. Seu desespero era tão grande que quis apagar tudo o que sofreu e tudo que chorou, perdeu, se submeteu... Mas não esqueceu, virou cicatriz. Tempestade no seu céu. Seu manto azulado que não era mais azul, e sim carregado de incertezas. Nublado e sombrio!
Ela acordou, viu que não era sonho mas pesadelo. Que não havia bem querer... Não quis mais ser pisada e amarrada, privada da sua vida e expectadora das tiranias do seu monarca.
ACORDOU! SALTOU!
Berrou aos céus como uma pagã; Afirmou que acordaria, que a dor passaria. Que a SUA vida não seria mais coadjuvante da vida de NINGUÉM.
Percebeu, a ex- tola, que nada no mundo deve ser avaliado com mais importância do que a sua própria existência. Existir foi o que nos foi concedido e é desperdício gastar as suas emoções em falsas intenções, em falsos amores.
Não bateu mais palmas pro show do tirano. Bebeu seu último gole de vinho, que não seria mais a lágrima, mas sim a coragem do amanhã. Decidiu viver e assim o fez sem mais dor, sem mais o que a prender.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Pretérito Imperfeito
Concedi um parte minha, que correspondia ao meu todo. A entreguei ao seu deleite. Eu era o seu sim constante. Te considerava como o meu "presente" mais que perfeito. Queria servi-lhe por livre e espontânea vontade.
Mas o que não é cultivado acaba, morre. Jaz na tristeza. Paixão é privar a razão. Você me permitiu pensar com seus deslizes. Abriu a porta e convidou outros a entrarem. Me concedeu a oportunidade e o direito de ter um bem-querer.Fez com que outro nome chamasse, outro corpo desejasse. Um novo castelo quis construir.
E mesmo que seja mais uma fantasia, uma ilusão, você permitiu-me sonhar. Desejar algo melhor, que seja mais sólido e mais verdadeiro. Fez-me crer que você inteiro não me é suficiente... Não que isso seja a verdade, mas, o seu brilho se apagou.
Não consigo te ver no meu futuro. Você só é meu presente imperfeito, que quero que pertença ao meu passado. Quero que fique lá e caia no esquecimento, quero que lá fique a dor que me causou, o sorriso que me roubou, o coração que me quebrou.
De agora em diante, neste instante, eu não te quero mais.
Mas o que não é cultivado acaba, morre. Jaz na tristeza. Paixão é privar a razão. Você me permitiu pensar com seus deslizes. Abriu a porta e convidou outros a entrarem. Me concedeu a oportunidade e o direito de ter um bem-querer.Fez com que outro nome chamasse, outro corpo desejasse. Um novo castelo quis construir.
E mesmo que seja mais uma fantasia, uma ilusão, você permitiu-me sonhar. Desejar algo melhor, que seja mais sólido e mais verdadeiro. Fez-me crer que você inteiro não me é suficiente... Não que isso seja a verdade, mas, o seu brilho se apagou.
Não consigo te ver no meu futuro. Você só é meu presente imperfeito, que quero que pertença ao meu passado. Quero que fique lá e caia no esquecimento, quero que lá fique a dor que me causou, o sorriso que me roubou, o coração que me quebrou.
De agora em diante, neste instante, eu não te quero mais.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Olhos nos Olhos
Quando você me deixou meu bem
Me disse pra ser feliz e passar bem
Quis morrer de ciúme, quase enlouqueci
Mas depois como era de costume, obedeci.
Quando você quiser me rever
Já vai me encontrar refeita, pode crer
Olhos nos olhos, quero ver o que você faz
Ao sentir, que sem você, eu passo bem demais.
E que venho até remoçando, me pegando cantando
Sem mais, nem por quê.
E tantas águas rolaram, quantos homens me amaram
Bem mais e melhor que você!
Quando talvez precisar de mim
Cê sabe que a casa é sempre sua, venha sim!
Olhos nos olhos quero ver o que você diz
Quero ver como suporta me ver tão feliz!
Me disse pra ser feliz e passar bem
Quis morrer de ciúme, quase enlouqueci
Mas depois como era de costume, obedeci.
Quando você quiser me rever
Já vai me encontrar refeita, pode crer
Olhos nos olhos, quero ver o que você faz
Ao sentir, que sem você, eu passo bem demais.
E que venho até remoçando, me pegando cantando
Sem mais, nem por quê.
E tantas águas rolaram, quantos homens me amaram
Bem mais e melhor que você!
Quando talvez precisar de mim
Cê sabe que a casa é sempre sua, venha sim!
Olhos nos olhos quero ver o que você diz
Quero ver como suporta me ver tão feliz!
sábado, 19 de junho de 2010
Tempo, mais tempo!
960 horas pros vinte...
20 verões a completar.
Mudei tanto! Escolhi o difícil, optei pela desobediência, subversão... Renunciei a família muitas vezes. Dei minha cara pra bater!
Queria viver inconsequentemente, ainda quero!
Entre o não e o sim, sempre preferi o sim! A minha bússola sempre apontou pros riscos, pro perigo.
Há os pontos negativos? Mas e aí? Não se aprende com os erros? Até o positivo não é perfeito...
Mas nessa jornada de extremidades percebi que sempre quis ser um pouco de cada coisa que fui. Não renunciei ao desejo de ser. E tem mais a ser, porque o meu eu é cheio de eus.
Por que eu não me contento com o de sempre, por que eu é da minha essência dizer sim!
O não me encurrala. Me sinto acuada. É como a flor que não desabrocha e não diz bom dia pro sol, não recebe um beijo doce da abelha, da borboleta...
Talvez o próximo eu que surgir vai parar de dizer sim, pq estará saciado. Cansado demais de emergir. Como um marinheiro cansado demais de desbravar os sete mares e louco para ancorar.
Que o tempo seja meu construtor, tenho muito ainda a aprender e ser.
Quero viver mil coisas ainda, sentir mil sensações.
Quero ter mil amores, dessabores... Dores, ver cores...
Eu quero ser o máximo de humana que eu puder ser!!
20 verões a completar.
Mudei tanto! Escolhi o difícil, optei pela desobediência, subversão... Renunciei a família muitas vezes. Dei minha cara pra bater!
Queria viver inconsequentemente, ainda quero!
Entre o não e o sim, sempre preferi o sim! A minha bússola sempre apontou pros riscos, pro perigo.
Há os pontos negativos? Mas e aí? Não se aprende com os erros? Até o positivo não é perfeito...
Mas nessa jornada de extremidades percebi que sempre quis ser um pouco de cada coisa que fui. Não renunciei ao desejo de ser. E tem mais a ser, porque o meu eu é cheio de eus.
Por que eu não me contento com o de sempre, por que eu é da minha essência dizer sim!
O não me encurrala. Me sinto acuada. É como a flor que não desabrocha e não diz bom dia pro sol, não recebe um beijo doce da abelha, da borboleta...
Talvez o próximo eu que surgir vai parar de dizer sim, pq estará saciado. Cansado demais de emergir. Como um marinheiro cansado demais de desbravar os sete mares e louco para ancorar.
Que o tempo seja meu construtor, tenho muito ainda a aprender e ser.
Quero viver mil coisas ainda, sentir mil sensações.
Quero ter mil amores, dessabores... Dores, ver cores...
Eu quero ser o máximo de humana que eu puder ser!!
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Hasta la vista.
Decidi não poetizar.
A dor acabou, não tem mais fonte de inspiração.
Agonia que alimentava minha criação... Se foi. Foi parar naquele ser unicelular que aceitou se agonizar.
Eu não, não gosto de ninharias. Eu gosto de complicações, me atrai o difícil. Mas isso já ultrapassou as barreiras do complicado/encantador, virou problema.
Problema sem resolução por problema sem resolução eu já me basto.
Obrigado! Agradeço, soberba não sou. Obrigado por aturar meus defeitos incorrigíveis e por ser tão bom. Me ajudou, evolui. Me fez mais forte, acho até que um pouco melhor.
Acostumada estou a perder nesse quesito.
Aliás... Não fui eu quem perdi...
Nessa sua confusão descobri que eu procuro por alguém mais fantástico.
A dor acabou, não tem mais fonte de inspiração.
Agonia que alimentava minha criação... Se foi. Foi parar naquele ser unicelular que aceitou se agonizar.
Eu não, não gosto de ninharias. Eu gosto de complicações, me atrai o difícil. Mas isso já ultrapassou as barreiras do complicado/encantador, virou problema.
Problema sem resolução por problema sem resolução eu já me basto.
Obrigado! Agradeço, soberba não sou. Obrigado por aturar meus defeitos incorrigíveis e por ser tão bom. Me ajudou, evolui. Me fez mais forte, acho até que um pouco melhor.
Acostumada estou a perder nesse quesito.
Aliás... Não fui eu quem perdi...
Nessa sua confusão descobri que eu procuro por alguém mais fantástico.
terça-feira, 15 de junho de 2010
Desértico
Desapegar-se, soltar as amarras! E quando a amarra é imaginária?
Imaginação que alucina. Faz-me crer que aquilo me pertence... Controlar o incontrolável.
Mas isso tudo é delírio. É meu deserto do inconsiente!
Cheguei a pensar que era Oásis, mas era grão de areia amontoado no infinito da mente.
Agora eu sei, que tudo era mentira, mentira que é bom acreditar pra te manter acordado.
É bom ter preocupações, decepções as vezes, dá um clímax na vida.
Mas desancorei do deserto, voltei a realidade e agora eu sei que o que me levou até o inóspito da imaginação foi o meu ego demasiado...
Imaginação que alucina. Faz-me crer que aquilo me pertence... Controlar o incontrolável.
Mas isso tudo é delírio. É meu deserto do inconsiente!
Cheguei a pensar que era Oásis, mas era grão de areia amontoado no infinito da mente.
Agora eu sei, que tudo era mentira, mentira que é bom acreditar pra te manter acordado.
É bom ter preocupações, decepções as vezes, dá um clímax na vida.
Mas desancorei do deserto, voltei a realidade e agora eu sei que o que me levou até o inóspito da imaginação foi o meu ego demasiado...
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