Ai de ti
que não faça amplidão
em meu caminho.
Abra o céu, amor!
que nele há milhões
de deletérios.
Eximo de mim toda
a culpa, aglutinada ao
seu sangue, não há
crimes de amor, há
um engodo que se
fez carne a habitar
entre nós.
(11 de Junho de 2008)
sexta-feira, 23 de abril de 2010
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