Quem construi a
barreira, amor?
Fomos fracos por
não tentarmos
transpô-la?
Ou apenas fomos
humanos, que encantam
e desencantam?
Quisera eu, ser bruxo
e queimar na relutância
em seu mais árduo agir.
(Silêncio da trama. Desejos e mais desejos.
Beijos, doces deletérios...)
Queima-me!
para que eu renasça amanhã:
preso em tua carne,
lodo de teu sangue.
Renascendo: doce
ávaro e incongruente.
(22 de Junho de 2008)
quinta-feira, 22 de abril de 2010
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