Na despedida sempre há saudade... vontade de não ir, permanecer só pelo fato de estar.
Mas banalizar o que foi bom, torná-lo comum e corriqueiro deveria ser considerado crime sem perdão. Prisão perpétua! Não se faz isso com o bem querer!
Não deveríamos nos enristecer com o adeus, afinal, adeus é começo... É entregar seu destino nas mãos de Deus. É deixar o acaso surgir. É dizer: "-Olha destino, eu tô aqui, quero amar, quero viver. Me faz superar, mas não me faz esquecer. Por que o que se esquece é o que não vale a pena e aquilo que eu vivi me ensinou e foi bom!"
Então, eu digo obrigado. O que fica é que se construiu. E que bom que não foi uma casualidade.
Foi mais sólido, mas não sólido o bastante para resistir ao momento.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário